Publicado por: Marcos Damigo | 23/10/2011

Obsessões à parte

Como todo artista, ou todo bom artista no meu entendimento, sou movido a obsessões. Minha atual é o espetáculo Deus é um DJ. Temos um site super bacana, onde eu posto coisas sobre a peça, e temos também facebook, twitter, youtube e flickr, pra se fartar de Deus é um DJ!

O espetáculo está de quinta a domingo às 20h no Oi Futuro Flamengo: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro. Mais informações nos links acima.

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Responses

  1. Antes de tudo parabéns pelo trabalho e pela interpretação.

    Não sei se chega a ser obsessão, mas o fato de ter descoberto “Deus é um DJ” tem produzido uma sucessão de convergências em mim. Na minha breve passagem pelo Rio, foi só por acaso que fiquei sabendo da sua existência. Não se trata de conversão religiosa… Topei com o Cubo no Oi Flamengo porque o espetáculo de um amigo, que eu assistiria naquela noite, havia sido cancelado, então eu fiz aquela paradinha estratégica no espaço Oi, pra rapidamente consultar a web e a própria programação do Oi… foi isso… um café, as exposições e os belíssimos catálogos de arte ficariam pra outra oportunidade. Minha opção era ver a peça sobre a Gabriela Leite, de quem conheço alguma coisa e talvez prefira ler a biografia (sou quase obcecada por elas) a ver uma interpretação… Ademais estava exausta do vôo da madrugada da orientação do doutorado… estar ao lado de casa e ver um espetáculo multimídia era uma opção muuuito atraente. Tudo bem, também tinha aquele cara lindo encostado na porta (que esta telealienada nunca tinha visto antes), mas nenhuma garantia de que continuaria por ali nas próximas horas.

    Foi só no vôo de volta que eu descobri outras conexões, Falk Ritchie, o ator e eu, somos de uma safra semelhante, do início dos 70. Além das questões existenciais, o autor questiona o direcionamento político da Europa nos 90, cujos ícones e consequências estão em destaque na mídia (hoje vi foto de Reagan e Thatcher na carta maior)…. ele também discute o virtual… eu estudo o virtual, uso referenciais que questionam o eurocentrismo da ciências sociais….

    Seguramente eu veria outra sessão e aqui em Salvador há vários lugares que abrigariam o Cubo com muito charme ou poderiam igualmente recriar o cenário (o MAM, o Cabaré do Vila, o Goethe Institute, a Escola de Teatro…). Quem sabe?

    PS: torcendo pra que exista mesmo moderação.


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